Entidades de classe repudiam atos de policiais contra ordem pública


Onze entidades de classe atuantes no Ceará assinaram, nesta quarta-feira (19), nota de repúdio aos atos de desobediência cometidos pelos policiais. Elas se colocaram "preocupadas com a proteção e representação de seus associados e da sociedade em geral".

A nota salienta sobre o repúdio às manifestações contra a ordem pública cometidas por alguns dos integrantes das forças policiais.

Além disso, também reforça o apoio às ações do Governo do Ceará para a manutenção da segurança pública.

Assinam a nota:

  • Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec)

  • Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio)

  • Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)

  • Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas)

  • Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL de Fortaleza)

  • Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL-CE)

  • Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC)

  • Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Ceará, Piauí e Maranhão (Fetrans)

  • Associação Comercial do Ceará (ACC)

  • Federação das Associações do Comércio, Indústria, Serviços e Agropecuária do Ceará (Facic)

  • Federação das Associações de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte no Estado do Ceará (Femicro-CE)

Atos

Entre a noite de terça-feira (18) e esta quarta, atos contra a segurança pública foram registrados em Fortaleza e em cidades do Interior.

As ações tiveram início depois que a proposta de reestruturação salarial de militares começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Estado, nesta terça-feira. Na segunda (17), a Justiça do Estado do Ceará (TJCE) manteve decisão que permite que agentes de segurança sejam presos por promoverem movimentos grevistas e manifestações.

DIÁRIO DO NORDESTE

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