Chuvas contribuem para a extinção da seca grave na Região do Cariri do Ceará


O Monitor de Secas do Nordeste aponta que o Ceará fechou abril de 2019 sem seca grave na Região do Cariri. (ver mapa acima)

De acordo com o monitor, o volume de chuvas na região e outras partes do Estado contribuiu para a diminuição da seca fraca e da seca moderada. A área de sem seca relativa também aumentou em comparação com o mês de março.

Ainda segundo o estudo, o volume das precipitações de abril variou entre 150 mm e 500 mm e o acumulado no trimestre variou entre 400 mm e 1.000 mm. Na Região do Cariri, o mês de abril choveu 185,8 milímetros quando o esperado é 178,5. Um desvio positivo de 4,1%.

O levantamento é da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) em conjunto com outros institutos de meteorologia do Nordeste e coordenado pela Agência Nacional das Águas (ANA).

Na Região do Cariri, o mês de abril choveu 185,8 milímetros quando o esperado é 178,5. Um desvio positivo de 4,1%.  — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

Tipos de seca

A seca fraca, segundo o Monitor das Secas, ocasiona a diminuição do plantio e crescimento de pastagens. Os municípios pertencentes a esta faixa começam a apresentar déficits hídricos prolongados e o plantio quase não são recuperados.

A seca moderada ocasiona perda de córregos, reservatórios ou poços com níveis baixos, algumas faltas de água em desenvolvimento. A seca grave representa perda total das pastagens programadas, escassez de água e restrições de água impostas. E a seca extrema gera grandes perdas das pastagens e a escassez de água é generaliza.

E a seca excepcional, gera perda total das plantações, escassez de água nos reservatórios, córregos e poços de água, criando situações de emergência.

G1/CE

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