Governo quer que formados em federais passem um ano no Mais Médicos


Visando mudanças no Mais Médicos após a confirmação da saída dos profissionais cubanos, que deixarão o país em 20 dias, o Governo Federal estuda alguns mecanismos para que estudantes de Medicina das universidades federais prestem um ano de serviços no programa após formados. A proposta foi discutida nesta segunda-feira (19) em reunião entre os ministros da Saúde, Gilberto Occhi, e da Educação, Rossieli Soares.

Os detalhes da medida ainda serão estudados por um grupo conjunto das duas pastas. Mas a ideia principal é que o aluno do ensino público federal "devolva" o investimento que recebeu do Estado. Entretanto, colocar a participação no Mais Médicos como condição obrigatória para todos os graduandos seria complicado e o Governo também estuda exigir a demanda dos estudantes que receberam algum tipo de benefício na jornada acadêmica, além da própria formação gratuita.

Mesmo recém-formados, os profissionais que adentrarem o programa Mais Médicos seriam remunerados como todos os outros. A proposta ainda passará por análise, tanto no governo Temer quanto no de Jair Bolsonaro.

As novas regras não devem valer para os editais que saem nesta terça-feira (20) e na próxima semana.

REDE TV

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