Em debate, segurança foi principal tema debatido e Camilo virou alvo

(Foto: Aurélio Alves/ O POVO)
O debate dos candidatos ao Governo do Estado promovido pelo Grupo de Comunicação O POVO chegou ao fim. De forma geral, segurança foi o principal tema debatido e o governador Camilo Santana (PT) foi o grande alvo de críticas. O candidato a reeleição defendeu-se apresentando números do seu governo, sobretudo da área da educação, e culpou o Governo Federal da crise de segurança.

O quinto e último bloco do debate foi destinado às considerações finais. Veja o que cada concorrente falou.

O governador Camilo Santana (PT) foi o primeiro a falar e, mantendo discurso usado em todo o programa, enumerou números da sua gestão e reconheceu que ainda há "desafios" e "problemas" para enfrentar. "Todos sabem que o Brasil está vivendo uma crise, mas nós arregaçamos as mangas e com muito trabalho, dialogo, parceria e boa equipe, nós conseguimos avançar. (...) Sei que temos muitos desafios, muitos problemas para resolver no Estado, e é por isso que coloco meu nome à disposição mais uma vez", declarou.

O segundo a falar foi General Teophilo, segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto. Ele, também mantendo a temática mais apontada por ele durante o debate, priorizou a segurança na sua fala final. "Se você cearense que vive nesse Ceará com insegurança, saúde, desemprego, com facções criminosas aparecendo a cada dia... são problemas que nós temos que resolver, esse é o Ceará real, o Ceará dessa administração", afirmou, contrapondo esse cenário ao "Ceará da propaganda política" de Camilo.

Ailton Lopes insistiu nas críticas ao Governo do Estado e criticou aliados de Camilo, citando o senador Eunício Oliveira (MDB) e a deputada federal Gorete Pereira (PR). "A política pode e deve ser feita de uma forma diferente e apaixonada, nossos militantes seguram a bandeira porque acreditam nas nossas propostas", disse. Ao final, ainda criticou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

O último a falar foi Hélio Góis, que criticou as políticas de esquerda e defendeu o capitalismo. "O que eu tenho a dizer é que temos alternativas, sim, uma alternativa viável pra que não nos tornemos a nova Venezuela", concluiu.

Redação O POVO Online

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