João Amoêdo diz que, se eleito, vai renunciar a residências oficiais e viverá em casa particular

Foto: Reprodução/TV Globo
O candidato à presidência João Amoêdo (Novo) afirmou que, caso seja eleito, vai renunciar a residências oficiais e viverá em casa particular. O discurso foi feito durante uma visita, na manhã deste sábado (25), à feira de artesanato e antiguidades da Praça Benedito Calixto, na Zona Oeste da cidade de São Paulo.

Amoêdo defendeu a renovação do Congresso Nacional, o corte de gastos da máquina pública e de privilégios. Ele cumprimentou expositores e tirou fotos com frequentadores.

Em entrevista, afirmou que vai tomar medidas logo no início do governo para moralizar os gastos presidenciais - incluindo o fim dos cartões corporativos -, e limitar a 12 ministérios. Também vai propor reformas como a tributária, para reequilibrar as contas públicas.

"Tem três coisas que eu quero fazer logo no início: a primeira coisa é dar o exemplo, que a gente vai para lá para cortar privilégios, cortar benefícios. Então, é não morar em palácio, não usar cartão coorporativo, não usar o avião da FAB para coisas pessoais e reduzir assessores."

"A segunda coisa, eu acredito muito em time e em equipe. Então, montar uma equipe de ministros, não mais do que 12, que de fato vão fazer a diferença, gente que entende o que está fazendo. E a terceira coisa: a gente precisa equilibrar as contas públicas e investir mais em educação."

O candidato disse ainda que mudar a forma de se relacionar com deputados e senadores, abandonando o fisiologismo e se amparando em critérios técnicos - como exemplo, disse que até aceitaria negociar nomes indicados por partidos para Ministérios, desde que sejam técnicos.

Segundo a assessoria do candidato, ele não tem mais agenda de campanha neste fim de semana.

Com informações G1

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