Ailton Lopes lança candidatura ao Governo com fortes críticas a Camilo

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O bancário Ailton Lopes manifestou publicamente a intensão de disputar pela segunda vez o Governo do Estado. Em evento na sede do Psol, no Centro da Capital, com presença do pré-candidato à Presidência pela sigla, Guilherme Boulos, Lopes fez duras críticas ao governador Camilo Santana que busca a reeleição em 2018.

Em sua fala, o psolista critica as alianças formadas por Camilo às vésperas da eleição. "As pessoas rejeitam esse modelo de apadrinhamento e essa lógica de ajuntamento político que a gente está vendo agora com o governador Camilo Santana (PT) e o senador Eunício Oliveira (MDB), que até bem pouco tempo eram inimigos, eram adversários e inclusive receberam dinheiro dessas empreiteiras envolvidas em escândalos de corrupção", disse.

Sobre suas propostas para o Governo, Ailton afirma que quer proporcionar à população um Estado mais atencioso, "invertendo as prioridades" da atual gestão. "Nada de R$ 100 milhões para companhias aéreas. Veja que absurdo: nós temos voos diretos para Europa, mas não conseguimos oferecer o mínimo para o nosso povo".

Tema sensível no governo Camilo, a política de segurança pública foi alvo de críticas do pré-candidato, que diz querer mudar o foco, proporcionando mais investimentos na juventude que vive nas periferias.

"A política de segurança pública não pode ser mais uma política onde a Polícia tem o papel de exército de ocupação dos territórios. Temos que ocupar os territórios , mas com a juventude, através de políticas públicas, cultura, educação, saneamento básico e lazer",  afirmou.

Para a campanha do Psol, Ailton diz que será próxima ao povo devido ao baixo investimento. "O nosso plano de governo é pra falar do povo, caminhar com o povo e, sobretudo, ter um programa convocatório, que chame as pessoas para a luta. Queremos dizer que uma nova política é possível. Chega desse condomínio eleitoral que esta sendo montado pelo Camilo, achando que vai dar um passeio nas eleições, que o condomínio eleitoral dos ricos, não à toa ele juntou fundamentalista, golpistas em sua aliança".

O Povo

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