Frutas e verduras em falta nos supermercados

Foto: Cristina Fontenele
As prateleiras dos supermercados de Fortaleza refletem a crise dos combustíveis. A paralisação dos caminhoneiros impede a reposição de alimentos nas, aumentando o preço de frutas e verduras. O setor agrícola sofre como um todo. As câmaras frias estão lotadas e não há mais espaço para guardar o que é produzido e não escoado. O cálculo é de R$ 300 milhões de prejuízos por semana.

E com os supermercados da Capital já registrando queda de até 50% no fluxo de clientes e nas vendas, o governador Camilo Santana (PT) diz acreditar que a situação é melhor que em outras capitais do País. O governador explicou que um comitê trabalha para manter combustível, insumos de saúde e segurança. “Estamos preocupados agora com o abastecimento de alimentos, e a gente espera que o Governo Federal negocie as reivindicações que foram atendidas e resolvam o problema da greve que já começa a gerar uma série de transtornos”, declarou.

O presidente da Abrafrutas, associação que reúne os empresários do setor, Luiz Roberto Barcelos, calcula R$ 300 milhões de perdas por semana e há quem arrisque o dobro em prejuízos. Alerta-se ainda para o risco sanitário causado pela morte de animais (cargas vivas), leite descartado em rios e esgotos das cidades.

Com informações O Povo 

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