Após mais de três anos do caso Gaia, Polícia retoma investigação sob novo comando

Foto: Divulgação 
A italiana Gaia Barbara Molinari, 29, foi encontrada morta em dezembro de 2014, em Jijoca de Jericoacoara (Litoral Oeste). De lá pra cá, três pessoas foram presas ou detidas e liberadas. Este ano, a delegada Socorro Portela, titular da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD), assumiu a investigação do caso.

Com grande repercussão internacional, o crime se tornou sinônimo da impunidade no País. Relações públicas de uma multinacional francesa, Gaia morava em Paris e veio ao Ceará a convite de um amigo.

Sob novo comando, a investigação voltou à ativa nas últimas semanas nos municípios de Sobral, Jijoca e Jericoacoara. Nove pessoas foram ouvidas em Jijoca de Jericoacoara e no Preá, todas na condição de testemunhas. A delegada Socorro Portela afirma que solicitou a realização de três exames, mas não cita quais para não atrapalhar as investigações.

Na última sexta-feira, a equipe da DCTD se reuniu com a promotoria, peritos criminais e médicos legistas que trabalharam no caso. "Ouvimos o perito legista Vanderley Pinheiro de Holanda, da Perícia Forense, e o supervisor do núcleo de DNA Forense, Julio Cesar Nogueira Torres", diz a delegada. O delegado adjunto da DCTD, Felipe Porto, também esteve presente.

Na próxima semana, os três policiais militares que atenderam a ocorrência serão ouvidos. Nove inspetores foram incluídos na investigação.

O crime

Gaia foi encontrada morta na manhã do dia 25 de dezembro de 2014, com sinais de estrangulamento, na localidade de Serrote, próximo à trilha que dá acesso à Pedra Furada. Durante os três anos que sucedeu o crime, mais de 60 pessoas foram ouvidas.

O Povo 

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